E depois cais, cais a um rio e quase te afogas nas expectativas, nos planos, nas frases feitas que disseste mas agora já não fazem sentido. Perdes a força e é como se desistisses de viver, já não queres respirar, só queres que a dor acabe...
São esses os momentos que nos levam ao desespero, que nos fazem quebrar... é como se toda uma vida se resumisse àquilo... àquela pessoa, aquele amor, àquela desilusão... mas não é bem assim.
A vida não acaba ali. Há tanto por viver, tanto para aprender, tanto para conhecer.
É isso que quero incutir na minha vida, essa filosofia. Tudo acaba, é verdade. Mas para cada fim, há um inicio.
Eu quero ser feliz... quero aproveitar a minha vida o máximo que puder. não quero agarrar-me a algo que neste momento não teve força para me segurar. Quero desprender-me. E com desprender-me digo desapegar-me. Ser feliz. Ser feliz rodeada de amigos ou simplesmente sozinha, no meu mundo. Somos o único ser que temos a certeza que vamos conviver o resto da vida, nós mesmos. E eu vou agarrar-me a isso. Vou agarrar-me à única pessoa capaz de me salvar, eu mesma. Vou fazer desta mágoa a minha maior força, a minha maior arma, e não vou deixar que mais nada me derrube... eu prometo a mim, neste dia, que não voltarei a fraquejar, que não deixarei de fazer absolutamente mais nada por ninguém, nem tão pouco vou deixar que usem as minhas fragilidades para beneficio próprio. Eu vou ser o amor da minha vida.
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"não se pode, ao mesmo tempo, ser sincero e parecê-lo."