Entreguei-me, deixei-me ir, podias ter-me levado, naquele instante, para onde quer que fosse, eu iria, como se fossemos uma só.
Mais tarde, deixei-me iludir pelas promessas, pelas verdades que saiam da tua boca mas o teu olhar teimava em não concordar... Perdi-me, perdi-me de mim mesma. Por já nem saber quem eu sou, sem ti, ou contigo, por não acreditar na minha própria verdade, que agora, nem sei qual é. Deixei-me ir, como uma folha que cai no rio que flui até a perdermos de vista.
O quê que eu faço aqui? Quem é que eu sou? Tantas perguntas sem resposta e uma dor que já não cabe no meu peito.
Sem comentários:
Enviar um comentário
"não se pode, ao mesmo tempo, ser sincero e parecê-lo."